quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Webquest

Mapa conceitual

Conceituando Hipertexto

Conceituando Hipertexto
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
“Hipertexto é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual se agregam outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. Esses links ocorrem na forma de termos destacados no corpo de texto principal, ícones gráficos ou imagens e têm a função de interconectar os diversos conjuntos de informação, oferecendo acesso sob demanda as informações que estendem ou complementam o texto principal. Em palavras mais simples, o hipertexto é uma ligação que facilita a navegação dos internautas. Um texto pode ter diversas palavras, imagens ou até mesmo sons, que, ao serem clicados, são remetidos para outra página onde se esclarece com mais precisão o assunto do link abordado. De acordo com Burke (2004) e Chartier (2002) as primeiras manifestações hipertextuais ocorrem nos séculos XVI e XVII através de manuscritos e marginalia. Outros pesquisadores acreditam que a representação hipertextual da informação independe do meio. Pode acontecer no papel, por exemplo, desde que as possibilidades de leitura superem o modelo tradicional contido das narrativas contínuas (com início, meio e fim). Uma enciclopédia é um clássico exemplo de hipertexto baseado no papel, pois permite acesso não-linear aos verbetes contidos em diferentes volumes. Um exemplo de hipertexto tradicional são as anotações de Leonardo Da Vinci e também a Bíblia, devido sua forma não-linear de leitura.[4]”
  • BEIGUELMAN, Giselle. O livro depois do livro. São Paulo, editora Peirópolis, 2003. Link do livro on-line:

“Lemos (2002) nos apresenta uma possível definição de hipertexto: Os hipertextos,seja online ou offline são informações textuais combinadas com imagens, sons, organizadas de forma a promover uma leitura (ou navegação) não-linear, baseada em indexações e associações de idéias e conceitos, sob a forma de links. Os links funcionam como portas virtuais que abrem caminhos para outras informações. O hipertexto é uma obra com várias entradas, onde o leitor/navegador escolhe seu percurso pelos links. Lemos (2002, pag. 130 apud Aquino, online) A idéia básica, então, de hipertexto é a conexão entre documentos construídos coletivamente, permitindo a participação de escritores e leitores ativamente na elaboração dos textos”.

Fonte:
AQUINO, Maria Clara. O Hipertexto como Estrutura Editorial Básica da Internet: Construção Coletiva e Interatividade na Escrita Hipertextual. 2004.
Eu entendi que os hipertextos são textos que não tem uma ordem para a leitura e podem ser modificados pelo leitor/escritor, construindo assim um hipertexto coletivo. Essa é a diferença entre um hipertexto e um texto linear, que deve ter começo, meio e fim. Na forma digital o acesso ao hipertexto se dá por meio de links, que abrirão caminhos para outros textos.

Experiência de navegar livremente

Os resultados obtidos na pesquisa são muitos e é impossível navegar por todos os links que surgem. É difícil escolher qual link acessar, pois as informações contidas na lista de pesquisa são bem sucintas e a escolha é feita ao acaso, onde podemos ler apenas uma breve informação do que poderemos encontrar nessa página. Por isso eu sempre fico na dúvida se as escolhas que fiz foram as melhores, pois consegui ler poucas páginas de todos os itens encontrados na pesquisa.
Os links são importantes porque facilitam as idas e vindas que são inevitáveis em toda pesquisa, mas foi possível navegar de forma tranquila sem me perder ou ter maiores dificuldades com essa atividade. O que tornou um pouco difícil a navegação foi o problema com a conexão que tenho com a internet na minha casa, o que fez com que o acesso fosse muito lento e cansativo, porque demora muito para que os conteúdos cheguem. Esse problema faz com que a pesquisa torne-se menos eficiente, onde o tempo de espera é grande e empobrece o acesso às informações, o que desestimula a continuação da navegação.
Então, tentei aproveitar ao máximo as informações que consegui obter nos poucos links consultados, mas que foram suficientes para ter uma ideia de algumas definições sobre o que é um hipertexto.
Dessa forma foi possível aprender um pouco mais sobre esse termo que não é comum ou fácil de ser explicado, mas é uma prática que já utilizávamos sem nem mesmo conhecer o seu significado.

Navegar à deriva

Navegar à deriva é muito estimulante, pois sempre encontramos coisas interessantes que estão além daquilo que procurávamos inicialmente. Muitas vezes mudei completamente minhas buscas iniciais porque enontrei algo que me chamou mais atenção e que eu achei que seria útil.  Então, a pesquisa toma outro rumo e isso é uma forma de aprendizagem.

webquest

"A webquest é uma atividade didática para os ensinos Fundamental, Médio e Superior para incluir nas aulas a internet, em especial a busca de informação na Rede. Pode desenvolver o pensamento reflexivo e crítico dos alunos, como também estimular a criatividade.
O principal objetivo da Webquest é desenvolver a pesquisa dos alunos em sites da internet com critérios e perguntas especificadas pelos professores. A busca pode ser realizada em grupos ou individualmente, conforme o tempo disponível, o tema curricular abordado e a idade dos alunos. Contudo, é importante ressaltar que apresenta melhores resultados se realizada em grupos.
Podemos distinguir seis elementos em uma Webquest: introdução, tarefa, processo, recursos, avaliação e conclusão".

atividade 1.1


A sociedade da aprendizagem e o desafio de converter informação em conhecimento

Hoje em dia a sociedade exige que se aprenda muito e rapidamente, mas as pessoas tem fracassado porque a aprendizagem prolonga-se por toda a vida e muitas pessoas perdem a motivação pelo estudo e buscam outras opções de conhecimento mas acabam não dando seguimento nas alternativas escolhidas. É preciso então, mudar a maneira de aprender para que essas pessoas tenham uma nova perspectiva cognitiva ou social.
Em uma nova cultura de aprendizagem é preciso investir e adaptar-se às mudanças, incluindo a tecnologia da informação para que haja transformação na sociedade do conhecimento. Que devem ter início desde a alfabetização e não ser ignorada pela escola, que hoje não é mais a primeira nem mesmo a principal fonte de conhecimento.
A pessoa informaticamente alfabetizada precisa desenvolver suas capacidades ou competências cognitivas para tornar-se um ser crítico para que possa utilizar os conhecimentos adquiridos de forma democrática e ordenada e construir, a partir delas, o próprio juízo ou ponto de vista.
Hoje não cabe mais ao professor passar um conteúdo pronto ao aluno e sim ajudá-lo na construção do seu próprio conhecimento, para que sejam aprendizes mais flexíveis, eficazes e autônomos, e com isso terem ferramentas para enfrentar novas demandas de aprendizagem.
E para ter sucesso em tantas mudanças é preciso preparar-se para novas formas de aprender e relacionar-se com um novo conhecimento, que por muito tempo ainda será um dos maiores desafios para serem enfrentados por nossos sistemas educacionais.